sábado, 21 de junho de 2008
Sorrir infinitamente
Porém há dias que temos que distribuir sorrisos enquanto nossos corações estão encharcados de lágrimas e repletos de dor, mas ao receber como retorno um outro sorriso nos inunda de esperança de que dias melhores virão.
E nossa vida é uma eterna alternância de dias alegres e dias cínicos.
Vivi ontem um dia com coração dolorido e magoado, que não consegui disfarçar. Mas mãos poderosas me retiraram da escuridão, amigos anjos e amados.
Tenho fé Naquele que é capaz de abrir mares para que eu possa atravessar.
E hoje o mar se abriu e eu comecei a minha travessia e já nos primeiros passos senti sorrisos sinceros do meu coração.
Te convido a atravessar o mar do seu desespero e sofrimento. Tome posse do que lhe pertence: alegria plena e paz eterna.
sábado, 24 de maio de 2008
As mudanças no português
Folha online
As novas regras da língua portuguesa devem começar a ser implementadas em 2008. Mudanças incluem fim do trema e devem mudar entre 0,5% e 2% do vocabulário brasileiro. Veja abaixo quais são as mudanças.
HÍFEN
Não se usará mais:1. quando o segundo elemento começa com s ou r, devendo estas consoantes ser duplicadas, como em "antirreligioso", "antissemita", "contrarregra", "infrassom". Exceção: será mantido o hífen quando os prefixos terminam com r -ou seja, "hiper-", "inter-" e "super-"- como em "hiper-requintado", "inter-resistente" e "super-revista"2. quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com uma vogal diferente. Exemplos: "extraescolar", "aeroespacial", "autoestrada"
TREMA
Deixará de existir, a não ser em nomes próprios e seus derivados
ACENTO DIFERENCIAL
Não se usará mais para diferenciar:1. "pára" (flexão do verbo parar) de "para" (preposição)2. "péla" (flexão do verbo pelar) de "pela" (combinação da preposição com o artigo)3. "pólo" (substantivo) de "polo" (combinação antiga e popular de "por" e "lo")4. "pélo" (flexão do verbo pelar), "pêlo" (substantivo) e "pelo" (combinação da preposição com o artigo)5. "pêra" (substantivo - fruta), "péra" (substantivo arcaico - pedra) e "pera" (preposição arcaica)
ALFABETO
Passará a ter 26 letras, ao incorporar as letras "k", "w" e "y"
ACENTO CIRCUNFLEXO
Não se usará mais:1. nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos "crer", "dar", "ler", "ver" e seus derivados. A grafia correta será "creem", "deem", "leem" e "veem"2. em palavras terminados em hiato "oo", como "enjôo" ou "vôo" -que se tornam "enjoo" e "voo"
ACENTO AGUDO
Não se usará mais:1. nos ditongos abertos "ei" e "oi" de palavras paroxítonas, como "assembléia", "idéia", "heróica" e "jibóia"2. nas palavras paroxítonas, com "i" e "u" tônicos, quando precedidos de ditongo. Exemplos: "feiúra" e "baiúca" passam a ser grafadas "feiura" e "baiuca"3. nas formas verbais que têm o acento tônico na raiz, com "u" tônico precedido de "g" ou "q" e seguido de "e" ou "i". Com isso, algumas poucas formas de verbos, como averigúe (averiguar), apazigúe (apaziguar) e argúem (arg(ü/u)ir), passam a ser grafadas averigue, apazigue, arguem
GRAFIA
No português lusitano:1. desaparecerão o "c" e o "p" de palavras em que essas letras não são pronunciadas, como "acção", "acto", "adopção", "óptimo" -que se tornam "ação", "ato", "adoção" e "ótimo"2. será eliminado o "h" de palavras como "herva" e "húmido", que serão grafadas como no Brasil -"erva" e "úmido"
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Homens x Mulheres
Clique e verás!
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Elegância no viver
Me refiro a elegância no viver, no sentir, no ser, no servir.
É elegante aquele que se cuida e conhece exatamente seus limites. Que não se preocupa com o que os outros dizem ou pensam a 'des'peito dele, que buscam sempre aquilo que os manterá sempre alegres e saudáveis.
Quem sente de corpo e alma tanto a dor quanto a felicidade dos seus amados. Quem se importa com a fome no mundo e além disso se movimenta para fazer sua parte, mesmo que pequena mas muito importante no todo. Aquele que se comove com o choro de uma criança e a dificuldade de um idoso e se dispõe a ajudá-los.
Seria deselegante não me lembrar daqueles que acreditam na mudança do ser humano e oferece uma segunda chance àquele que nem a primeira teve dignamente.
É elegante quem é honesto e sincero. Sorridente e humilde.
Aquele que não se preocupa se fala com o presidente de uma multinacional ou com o garçom que lhe traz a cerveja naquele boteco de fim de tarde, trata os dois com a mesma elegância e respeito.
Elegância ao viver.
Vive de tal forma que sua presença não incomoda a ninguém mas a sua ausência é dolorosamente sentida.
Seja elegante também.
Respeite o próximo e suas limitações.
Respeite a si e suas dificuldades.
Essência
sexta-feira, 2 de maio de 2008
"...sou vários caminhos, inclusive o fatal beco sem saída."
Acordo desejando dormir mais, durmo querendo viver mais.
Me perco em sonhos, em desejos, em frustrações.
Me perco nos olhos alheios, no coração do outro, na boca de um terceiro.
Quando paro pra me procurar é tarde e já não sei onde buscar.
Já não lembro do meu nome, do meu gosto, da minha vontade.
Sou parte do você e daqueles outros que passam.
Gosto disso porque me falaram que é bom.
Não aceito aquilo porque já é estabelecido de que não é bom aceitar.
Ditadura do viver.
Ditadura do sentir.
Ditadura do sonhar.
Nada posso ser além de você.
Nada podes ser além de mim.
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quinta-feira, 1 de maio de 2008
Música.
Ser ouvido sem precisar falar. Desejo meu e de grande parte do mundo, acredito.
Às vezes falar machuca, fere. Certas palavras comportam-se como lanças.
Falar também pode ser belo, macio, gostoso de ouvir.
Viverei, então, da música que sei fazer.
Tem que pagar.
Porque há coisas que só o dinheiro compra. OU não.
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Re-evolução
sábado, 26 de abril de 2008
...
O tempo não é inimigo de ninguém, nem mesmo do amor.
O maior inimigo é o medo.
Esse sim amarra, prende, escurece, leva ao erro e se opõe à sinceridade. O medo. Todos falam nele, todos o temem. Há medo pra tudo. Mas há tempo pra tudo?
Confuso, não é?
Vivemos reclamando da falta do cronos e tudo gira em torno dele, aliás, em torno dessa falta.
Reclama-se. Reclama-se. Reclama-se. Apodero-me das palavras do poeta e ratifico que “temos todo tempo do mundo!”. O que nos falta é saber usá-lo, dividi-lo, distribuí-lo. Falta-nos fazer as corretas escolhas, o que fazer e quando fazer.
Façamos nosso tempo. Sejamos nosso tempo.
Compreendamos que certas coisas transcendem-no e ultrapassam nossa compreensão. Certas coisas são atemporais.
Certas coisas são eternas.
E outras, ainda, infinitas.


